Blog dos alunos da turma III da Especialização em Semiótica Aplicada à Literatura e Áreas Afins da Universidade Estadual do Ceará (UECE)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Divulgação XXV

Dica de Wadlia Araújo:

I Encontro de Dramaturgia, Teatro e Cinema







O I Encontro de Dramaturgia, Teatro e Cinema é uma parceria do "projeto cadaFalso" com a UECE (Universidade Estadual do Ceará) e será realizado na Livraria Cultura Varanda Mall (Av. Dom Luís c/ Av. Virgílio Távora), no período de 27 a 31 de março.

O objetivo do evento é divulgar para o público geral as pesquisas acadêmicas em torno do teatro, da literatura dramática e da intersemiose teatro-cinema. Para isso, juntamos professores, pesquisadores e estudantes de artes de várias instituições de Ensino Superior de Fortaleza: UECE, UFC, UNIFOR e IFCE.

A PROGRAMAÇÃO COMPLETA pode ser vista no site da Livraria Cultura:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/eventos/home_cidade.asp?local=6&sid=7181512271331418673839811&k5=3174BFF9&uid=

Quem quiser receber certificado de participação (emitido pela UECE), terá de comparecer pelo menos três dias da programação e já pode inscrever-se através do emeio: projeto.cadafalso@gmail.com

Outras informações: (85) 8717-2610

Dia 27 de março: Dia Mundial Do Teatro e do Circo!!!

terça-feira, 1 de março de 2011

Divulgação XXIV

 Dica de Wadlia Araújo:



Centro de Humanidades
Departamento de Letras Estrangeiras

SEMINÁRIOS DE LETRAS ESTRANGEIRAS

O Projeto de Extensão “Seminários de Letras Estrangeiras”, vinculado ao Departamento de Letras Estrangeiras, justifica-se pela necessidade de desenvolver o senso crítico nos alunos dos cursos de Letras, de modo a estimular o debate acadêmico sobre questões pertinentes à aquisição e/ou à aprendizagem e ao ensino de línguas estrangeiras, à literatura, à tradução, etc. Ao realizar-se nos moldes de seminários especializados, o Projeto poderá proporcionar o intercâmbio de conhecimentos em distintas áreas de atuação do Departamento de Letras Estrangeiras, a partir de atividades que vão além da sala de aula, que podem complementar, ampliar e/ou modificar a visão dos discentes sobre o mundo do profissional de Letras. Desse modo, “Seminários de Letras Estrangeiras” surge como mais um espaço de discussão acadêmica.

OBJETIVOS
1. Possibilitar o conhecimento de trabalhos de caráter linguístico que baseiam os estudos de aquisição/aprendizagem de línguas, de descrição e análise linguística, os estudos contrativos, os de letramentos e práticas discursivas, etc.
2. Possibilitar o conhecimento de trabalhos relacionados às literaturas de cada língua estrangeira, à crítica literária, aos estudos comparativos, proporcionando, ao alunado, o contato sobre questões pertinentes à relação entre Literatura e outras áreas de conhecimento, como Ciências Sociais, Antropologia, Artes Plásticas, Filosofia; bem como o conhecimento da cultura dos povos que se expressam por meio de sua literatura nas línguas estrangeiras.
3. Divulgar estudos de teoria e de práticas da tradução e dos processos de ensino relacionados a esta área e fomentar o debate sobre os estudos de tradutologia, considerando questões teórico-metodológicas, em suas diferentes modalidades; de modo a refletir sobre o fenômeno tradutório segundo paradigmas contemporâneos em que o foco passa a ser não só o produto como o processo.
4. Proporcionar o contato com estudos relacionados à descrição, ao funcionamento e aos processos interculturais das línguas alemã, espanhola, francesa, grega, inglesa, italiana e latina.
 5. Refletir sobre o uso de novas tecnologias no ensino de línguas estrangeiras, bem como sobre o processo de ensino/aprendizagem.
PÚBLICO-ALVO
Alunos da Graduação em Letras, com habilitação em línguas estrangeiras, e áreas afins.

CRONOGRAMA DOS SEMINÁRIOS EM 2011.1
    29 de março
Uma abordagem sistêmico-funcional da fossilização em L2
Dr. Pedro Henrique Lima Praxedes Filho (UECE)

    5 de abril
Docência virtual: sentidos e valores
Dra. Maria Fabíola Vasconcelos Lopes (UFC)

    12 de abril
Metáfora e ensino de línguas
Dra. Emília Peixoto Farias (UFC)

    19 de abril
Épica e História: a dimensão histórica da epopeia latina
Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (UFC)

    26 de abril
Estudos Culturais: diálogos entre Literatura e Antropologia
Dra. Roseli Barros Cunha (UFC)

    3 de maio – Semana de Humanidades

    10 de maio
Das montanhas gregas ao cais do porto português: reescrevendo o teatro antigo
Dr. Orlando Luiz de Araújo

    17 de maio
Blog: catalisador no ensino de línguas estrangeiras
Dr. Rafael Ferreira da Silva (UFC)

    24 de maio
O texto literário como recurso para o ensino de espanhol como língua estrangeira
Dra. Cleudene de Oliveira Aragão (UECE)

    31 de maio
Intérpretes na América Latina: aspectos históricos ao longo dos séculos
M.Sc. Tito Lívio Cruz Romão (UFC)

    7 de junho
Línguas estrangeiras e a mobilidade - um currículo em construção
Dra. Ticiana Telles Melo (UFC)

    14 de junho
Incorporação de Tecnologias Digitais no Ensino-Aprendizagem de Línguas
Dra. Vládia Maria Cabral Borges (UFC)

Carga-horária: 24 horas
LOCAL: AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA DO CH/UFC
HORÁRIO: 18H ÀS 20H

REALIZAÇÃO:
DEPARTAMENTO DE LETRAS ESTRANGEIRAS DLE/UFC
COORDENAÇÃO DO PROJETO DE EXTENSÃO:

PROFA. NADJA PAULINO PESSOA
PROFA. LETÍCIA JOAQUINA DE CASTRO RODRIGUES SOUZA E SOUZA
PROF. VALDECY DE OLIVEIRA PONTES


Contato: 3366.7612/7611

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Luto literário

Literatura brasileira perde o mestre Moacyr Scliar

Publicado originalmente naZero Hora
Ser um escritor não é necessariamente gostar de escrever — alguns nem gostam, dado o quanto sofrem na construção de um texto.
Com Moacyr Scliar, morto à 1h deste domingo por falência múltipla de órgãos devido às consequências de um acidente vascular cerebral (AVC), acontecia o contrário. Poucos escritores terão gostado tanto de escrever — e terão demonstrado tanta facilidade em fazer isso.
Aos 73 anos, o porto-alegrense Moacyr Jaime Scliar havia construído uma obra sólida, com mais de um livro publicado para cada ano de vida, em uma ampla gama de gêneros: contos, romances, literatura infanto-juvenil, ensaios. Além disso, era colunista frequente de uma dezena de publicações, de jornais diários como Zero Hora e Folha de S. Paulo a revistas técnicas. Escrevia em qualquer lugar a qualquer hora, auxiliado pela tecnologia – jamais viajava sem seu laptop. Tal dedicação à palavra e ao ofício que exercia com evidente prazer transformaram Scliar em um dos autores mais respeitados do Brasil.
Scliar morreu no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde estava internado desde 11 de janeiro. O escritor havia sido admitido no hospital para a retirada de pólipos (formações benignas) no intestino. A cirurgia, simples, havia transcorrido sem complicações. Scliar já se recuperava quando sofreu um AVC – obstrução de uma artéria que irriga o cérebro – de extrema gravidade.
Scliar nasceu em 1937, no bairro judaico do Bom Fim, em Porto Alegre, filho de José e Sara Scliar – a mãe, professora primária, seria a grande responsável pela paixão do escritor pelas letras: foi ela quem o alfabetizou. Formado médico sanitarista pela UFRGS, ingressou na profissão em 1962. Casado com Judith, professora, e pai do fotógrafo Roberto, Scliar havia também passado pela experiência de professor visitante em universidades estrangeiras e tinha obras traduzidas em uma dezena de idiomas, entre elas o russo e o hebraico. O trabalho como médico de saúde pública seria crucial na vida e na obra de Scliar – seu primeiro livro, publicado em 1962, foi uma coletânea de contos inspirados pela prática médica, Histórias de Médico em Formação, volume que mais tarde Scliar excluiria de sua bibliografia oficial por considerá-lo a obra prematura de um autor que ainda não estava pronto.
Nos seus livros seguintes, Scliar jamais se permitiria outra publicação prematura. Do mesmo modo como escrevia com velocidade e prazer, Scliar também revisava obsessivamente o próprio texto, a ponto de às vezes reescrever uma obra do zero por ter encontrado um ponto de vista narrativo mais adequado.
— Se o escritor não tiver prazer escrevendo, o leitor também não terá — comentou em uma entrevista concedida quando completou 70 anos, em 2007.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Leitura

  Proposta por Carlos Rangel:

O Sermão da montanha (versão para educadores)  Da webInternet
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem. Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens. Tomando a palavra, disse-lhes:

- "Em verdade, em verdade vos digo: Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque eles..."

Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?

André perguntou:
- É pra copiar no caderno?

Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!

Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?

João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?

Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?

Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!

Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?

Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?

Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da Provinha Brasil, da Prova Brasil e demais testes e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor efetivo...

Jesus deu um suspiro profundo, pensou em ir à sinagoga e pedir aposentadoria proporcional aos trinta e três anos. Mas, tendo em vista o fator previdenciário e a regra dos 95, desistiu. Pensou em pegar um empréstimo consignado com Zaqueu, voltar pra Nazaré e montar uma padaria... Mas olhou de novo a multidão. Eram como ovelhas sem pastor... Seu coração de educador se enterneceu e Ele continuou.

Como nós, professores, sempre continuamos...
 

REFLITA E REAJA SOBRE AS BARBARIDADES QUE OS GOVERNOS FAZEM COM OS EDUCADORES!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Divulgação XXIII

Dica de Francisco Saldanha:


A pedra reiterada

“No Meio do Caminho”, de Carlos Drummond de Andrade, permanece como símbolo de provocação

Wilker Sousa
Poucos poemas causaram tanta celeuma na literatura brasileira quanto “No Meio do Caminho”. Publicado originalmente nas páginas da Revista da Antropofagia, em 1928, e dois anos mais tarde em Alguma Poesia – livro de estreia de Drummond –, “o poeminha da pedra” incitou reações extremadas, tanto de enaltecimento quanto do mais ferino repúdio. A concisão, a coloquialidade e a repetição daqueles versos brancos eram a mais bem acabada realização dos ideais modernistas até então, o que despertou a admiração imediata dos expoentes do movimento: “Não pode haver dúvida: Carlos Drummond de Andrade é um dos grandes poetas do Brasil” (Manuel Bandeira); “O ‘No Meio do Caminho’ é formidável” (Mário de Andrade).
Por outro lado, essas mesmas características incitaram a ira dos herdeiros do “lirismo comedido” de Bilac, entre eles o jornalista Godin da Fonseca: “O sr. Carlos Drummond é difícil. Por mais que esprema o cérebro, não sai nada. Vê uma pedra no meio do caminho (…) e fica repetindo a coisa feito papagaio”.
Às críticas e aos comentários jocosos, Drummond mostrou-se primeiramente “seco e encalistrado”, depois simplesmente se acostumou. Com o passar dos anos, em vez de ostentar as glórias literárias recebidas como forma de resposta, optou por um caminho mais criativo e irônico. Após quatro décadas da publicação do poema na Revista da Antropofagia, em 1968 o poeta trouxe à luz o livroUma Pedra no Meio do Caminho – Biografia de um Poema, reunião de centenas de comentários acerca daqueles versos: “colecionei e publiquei tudo o que se escreveu sobre a pedra no caminho, pró e contra, (…) pois a essa altura a pedra havia assumido aspectos existenciais e filosóficos que nunca me passaram pela cabeça”, explicou em entrevista. Sob a organização de Eucanaã Ferraz, o livro acaba de ganhar uma reedição, acrescida das seções inéditas “Ainda a Pedra” – ampliação do material recolhido por Drummond – e “Biografia da Biografia” – composta de resenhas e comentários sobre o livro desde sua publicação. Na esteira do lançamento, CULT entrevistou premiados poetas brasileiros que falam sobre a relação que mantêm com o célebre poema.
Ao topar com a pedra
Com base no ensino tradicional de literatura brasileira, as aulas sobre modernismo habitualmente sucedem aquelas sobre parnasianismo. Familiarizados com o beletrismo e com o rigor dos poemas de Bilac e Alberto de Oliveira (ícones da escola parnasiana), os alunos costumam reagir com estranhamento ao tomarem contato com aquela “poesia antipoética” dos modernistas. Afinal, à primeira vista, qual parece mais poética: a pedra de Bilac: “E, pois, nem de Carrara / A pedra firo: / O alvo cristal, a pedra rara, / O ônix prefiro” ou a de Drummond: “No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho”?
“Li Drummond pela primeira vez aos 15 anos. A palavra que melhor define minha impressão não foi ‘gostei’. Foram: impacto e atropelo. O que era aquilo?”, revela Armando Freitas Filho. Reação semelhante teve Fernando Paixão, àquela altura fascinado por um soneto de Jorge de Lima: “Se bem me lembro, [o primeiro contato com “No Meio do Caminho”] foi por meio de um livro escolar e a primeira reação foi de estranhamento. Eu já andava às voltas com a poesia nessa época, mas havia me fascinado pelo ritmo de “O Acendedor de Lampiões”, de Jorge de Lima. Um soneto primoroso. (…) Como se trata de um continente muito diverso do fazer poético, confesso, a pedra passou despercebida nesse momento.”
Houve, porém, quem reagisse com admiração: “Eu estava lendo a obra completa do Drummond aos 16 anos, por sugestão da minha professora de redação e gramática. Aí topei com o poema naturalmente. Gostei das repetições. Elas criavam, e ainda criam, um ritmo hipnótico, encantatório”, relata Fabrício Corsaletti. Quanto a Marcos Siscar, o que mais lhe chamou a atenção foi o caráter iconoclasta e, portanto, provocador do poema: “Como muitos poetas iniciantes, certamente devo ter escrito alguns ‘No Meio do Caminho’ nessa época, incorporando o procedimento reiterativo que, a propósito da provocação, não deixa de transformar em monumento poético a experiência do obstáculo ou do bloqueio.”
“Nunca me esquecerei desse acontecimento”
Por ocasião do lançamento de Alguma Poesia, em 1930, Murilo Mendes enviou uma carta a Drummond, na qual explicitava sua reação à leitura do “poeminha”: “É o tipo de poema no meio da cabeça da gente. Nunca me esquecerei. Não sai”. De fato. Lá se vão mais de 80 anos e a poesia brasileira permanece sob o impacto provocador da pedra, conforme explica Armando Freitas Filho: “Mesmo inconscientemente pagamos pedágio ao nosso poeta maior. Essa pedra, para sempre, é a minha Esfinge antes da Esfinge: não pergunta nada, mas me encara. Ou, então, é como a de Sísifo: missão e sina, acompanha minha vida, e minha poética”.
A exemplo de Armando, na medida em que passou a conviver com a poesia de Drummond, Fernando Paixão fez o percurso do estranhamento à influência: “Sem querer, a pedra também se tornou um elemento recorrente em meus versos – gosto, sim, de interrogar a sua forma e (falta de) sentido. E também admiro a sua lição de concisão e minimalismo. Prova que é possível fazer boa poesia com poucas palavras”. E, ao que parece, a lição drummondiana continuará a se impor como contraponto a toda poesia comedida, cuja perenidade se limita à data de publicação. “Ao tornar-se parte das coisas supostamente superadas, [‘No Meio do Caminho’] poderia ter passado a soar ingênuo, não fosse a dobra inquietante que a memória e o cansaço existencial continuam imprimindo ao poema iconoclasta”, analisa Marcos Siscar.
Uma Pedra no Meio do CaminhoBiografia de um Poema
Carlos Drummond de Andrade
Org.: Eucanaã Ferraz
IMS
344 págs. – R$ 50


Divulgação XXII

Dica de Wadlia Araújo:

É com grande satisfação que nós, do Grupo de Estudos da Cultura Clássica (GRECC), convidamos para o início de nossas atividades. Também, por meio desta, convocamos a inscrição de palestrantes interessados em participar da primeira edição dos Colóquios de Cultura Clássica, que terão, neste semestre, o tema "A Religiosidade na Cidade Antiga".

Aos interessados, favor enviar e-mail para o endereço: grecc_ufc@yahoo.com.br
As inscrições se iniciam já nesta semana. Para mais informações contatar a monitora do projeto pelos telefones: 8862-8536 e 9660-3906

Cordialmente,
GRECC

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Literatura e Música

Por Carlos Carvalho:


Meus caros,


Em comum acordo com a turma, fechamos o seguinte calendário:

1. Próximo encontro 19/02 à tarde
2. Reposição da aula do dia 05/02 será feita no dia 26/02 pela manhã (das 8h às 11h30m)
3. Entregar uma análise comparativa do cordel "O romance do pavão Misterioso" com "O pavão misteriozo", do Edinardo e com "Nas asas de um passarinho", do   Alceu Valença ( Apostila pp. 90 até 106). Não se preocupem com o número de páginas. Escrevam à vontade. 
4. Entrega do trabalho final da disciplina dia 12/03/11. Lembrem-se: O trabalho consite numa análise comparativa de uma obra literária com um estilo musical ou uma letra de música. Trata-se de um ARTIGO  de 05 à 10 páginas com todas as partes que compõem um artigo.


p.s. Cada aluno tem direito a faltar a APENAS UM dos esncontros. Caso tenha faltado mais que isso, vc já está automaticamente REPROVADO. Se você, meu amigo, minha amiga, está nesta "egípcia situação"; munido de um documento que justifique suas faltas, fale comigo no próximo encontro.


Abraço